Moradores que utilizam diariamente o transporte coletivo público em Rondonópolis cobram agilidade e querem saber quando as obras de construção do terminal de transporte coletivo serão terminadas.
O problema, conforme informaram ao A TRIBUNA, é que foram retirados os pontos de ônibus no local antes da obra ser terminada, situação que tem deixado usuários expostos ao sol e relento.
Diante dos pedidos, o Paço Municipal informou à reportagem do A TRIBUNA que a previsão é de conclusão do serviço entre novembro e dezembro deste ano. Atualmente, 60% da obra está concluída e segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura, foi iniciada a pavimentação.
A construção do terminal do transporte coletivo na Avenida Bandeirantes com a Rua Fernando Correa da Costa, no centro, teve início em janeiro de 2024 e estava orçada em aproximadamente R$ 11 milhões.
A construção, contudo, ficou alguns meses paradas e foi retomada em março deste ano já na gestão do prefeito Cláudio Ferreira. Na ocasião, o prefeito informou que a expectativa era entregar o terminal urbano de passageiros pronto em 150 dias.
Conforme consta no projeto, o futuro terminal de passageiros deve contar com praça de alimentação, sanitários, edifício para administração e estações de embarque e desembarque.
Contempla ainda drenagem, pavimentação asfáltica e paisagismo. A ideia é que o local sirva de apoio para fazer a integração entre as linhas e também onde os passageiros tenham segurança e comodidade no uso do serviço.
ESPAÇO ABANDONADO
O terminal do transporte coletivo está sendo construído no espaço onde funcionava a antiga rodoviária da cidade, localizado em área central e altamente valorizado. O local ficou abandonado por cerca de 20 anos, depois que foi inaugurada a nova rodoviária no final do ano de 2001, no bairro Jardim Belo Horizonte.
Durante todo esse tempo, o terreno ficou subaproveitado, sendo usado como estacionamento por motoristas e motociclistas, e também para acomodar moradores em situação de rua. Em parte do espaço, foi construído o prédio do Ganha Tempo, mas a maior parte da área continuou sem uma destinação.
Fonte: A Tribuna MT
Crédito da Foto: Arquivo