O município de Rondonópolis sediará, nos dias 12 e 13 de junho, o II Encontro Direitos da Natureza, Justiça e Sociedade, que neste ano traz como tema central “Ecocentrismo, Direito Animal e os Direitos Dormidos: um paradigma ético-jurídico”.
O evento será realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção Rondonópolis (OAB/MT) e conta com certificação de 10 horas para os participantes. As inscrições são presenciais e gratuitas.
Organizado em parceria com a Comissão de Defesa do Direito Animal da 1ª Subseção da OAB/MT, o Instituto Professora Coraci (IPC), o Grupo de Estudos em Direitos Fundamentais e Interdisciplinaridade (GEDIFI/UNEMAT) e demais parceiros, o encontro tem como objetivo fomentar um diálogo qualificado e interdisciplinar sobre justiça ambiental, proteção animal e os novos paradigmas ético-jurídicos necessários frente aos desafios contemporâneos.
A Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), por meio de suas ações de extensão e engajamento social, tem se destacado nacional e internacionalmente nos debates sobre justiça ecológica.
Em 2023 e 2024, o professor Éverton Neves, líder do GEDIFI e fundador do IPC, representou a universidade durante um painel na Organização das Nações Unidas (ONU), com registro no relatório internacional em face das proposições legislativas e experiências brasileiras ligadas aos direitos da natureza.
Sua atuação contribuiu para inserir o debate jurídico-ambiental do Centro-Oeste brasileiro no cenário internacional, reforçando a importância do evento em Rondonópolis como espaço de continuidade e aprofundamento dessas discussões.
Acesso e inscrição
As inscrições são realizadas no local do evento, na sede da OAB/MT – Rondonópolis, localizada na Rua Barão do Rio Branco, nº 2650, Jardim Santa Marta. O evento é gratuito, aberto ao público e garante certificação de 10 horas complementares. O participante poderá doar ração para gatos e cães, os quis serão entregues em instituições.
A iniciativa é voltada especialmente a estudantes, profissionais do Direito, ativistas ambientais, pesquisadores e à comunidade em geral interessada em refletir sobre os caminhos para uma justiça mais ecológica, solidária e inclusiva.
Fonte: A Tribuna MT
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