A votação para a escolha da próxima mesa diretora da Câmara Municipal deve ser por “votação aberta“.
Um grupo de seis conseguiu uma decisão liminar na justiça que derruba a resolução interna que estabeleceu a votação secreta na eleição marcada para o próximo dia 1° de janeiro de 2025.
A decisão liminar foi concedida pelo juiz platonista Renan Leão Pereira, no final da manhã desta sexta.
A mudança na forma de votação da eleição da mesa ocorreu na sessão do último dia 11 de dezembro.
Como informado, ontem, um grupo ingressou com uma ação na justiça pedindo a anulação da votação, sob a alegação de que houve desrespeito ao regimento interno.
O grupo que acionou a justiça é composto pelos vereadores: Paulo Schuh (PL), dr. José Felipe Horta (PL), Kalynka Meirelles (PL), Adilson do Naboreiro (MDB), Beto do Amendoim (PSB) e Batista da Coder (PSB).
Proposta pela mesa diretora, a resolução aprovada foi articulada, pelo que se comenta nos corredores da Casa de Lei, pelo atual presidente, vereador Júnior Mendonça (PT), que aspira continuar dirigindo a Casa de Leis no próximo biênio ( 2025 e 2026).
A votação secreta, pelo que se comenta, seria uma forma de não comprometer parlamentares, que temem desgate em caso de voto para o petista.
Assim, se veriam livres para mudar de rota, podendo prejudicar a eleição do vereador Paulo Schuh (PL), que conta com o apoio do prefeito diplomado Cláudio Ferreira.
Fonte: A Tribuna MT
Crédito da Foto: Arquivo