Está pautada para a sessão de hoje (13), da Câmara Municipal de Rondonópolis, a votação do reajuste dos salários para os próximos quatro anos do prefeito, vice-prefeito e dos 21 vereadores que assumem os respectivos mandatos a partir de 1º de janeiro do próximo ano. A informação foi repassada ontem pelo presidente do legislativo rondonopolitano, vereador Júnior Mendonça (PT).
Serão dois projetos colocados em votação na sessão de hoje, marcada para começar por volta das 13h30. Um que trata do vencimento do prefeito e vice e outro dos vereadores.
A justificativa apresentada para propor o reajuste é fazer “a correção de uma defasagem nos subsídios acumulada ao longo de uma década para estes cargos”.
Conforme o A TRIBUNA havia antecipado na semana passada, pelo que está sendo proposto, o salário do prefeito, que está congelado desde 2014, nos próximos quatro anos passaria dos atuais R$ 20 mil mensais para R$ 35,900. No caso do subsídio do vice-prefeito, que recebe a metade do chefe do executivo, saltaria para R$ 17,950, sendo que hoje o vencimento mensal é de R$ 10 mil.
Já os novos 21 vereadores rondonopolitanos, pela proposta apresentada para ser votada, terão um vencimento mensal de R$ 17,330. Os atuais parlamentares recebem R$ 11.500 brutos.
Os vereadores, conforme a Constituição, devem receber até 50% dos subsídios pagos a um deputado estadual. Em Mato Grosso, paga-se hoje a um parlamentar mato-grossense R$ 35 mil.
Já no caso da elevação dos salários do prefeito e vice-prefeito se levou em consideração que, ao longo da última década, permaneceu inalterado, mesmo diante da inflação acumulada no período e o crescimento da cidade, que conta com aproximadamente 260 mil habitantes e desponta como um dos principais polos econômicos do Estado.
Fiscais
Além disso, a argumentação da Câmara é que o reajuste no salário do prefeito, congelado há mais de uma década, deve contemplar uma parcela dos servidores públicos municipais, cujos salários atingiram o teto do chefe do executivo.
Por esse motivo, argumenta a Casa de Leis, os seus vencimentos estão defasados há 12 anos. Este é o caso, principalmente, dos fiscais. Segundo o vereador Jonas Rodrigues (MDB), são cerca 40 servidores nesta situação.
Fonte: A Tribuna MT
Crédito da Foto: Arquivo
Fonte: A Tribuna MT
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